terça-feira, 15 de maio de 2012

REUNIÕES MENSAIS?

Um natural questionamento que habitualmente ocorre quando se confronta a tradição de reuniões semanais adotadas pela grande maioria das Lojas Simbólicas brasileiras com a tradição anglo-americana de reuniões mensais ou quinzenais pode ser traduzido através de expressões de surpresa, como as seguintes:





Como? Reuniões somente mensais?!
Apenas uma reunião por mês?
Estranho, não? Tem certeza?
E funciona?
Como é possível formar os maçons e desenvolver amizades?


Tal prática geralmente soa fora do padrão que estamos acostumados e parece ser insuficiente para atender ao volume de atividades e assuntos que uma Loja Maçônica deve desenvolver para cumprir com efetividade os seus objetivos e funções.

Será que o tradicional esquema de reuniões semanais não é mais bem indicado?

Buscando melhor entender os pontos favoráveis ou desfavoráveis destas práticas, ponderei a vivência que desenvolvi a respeito do assunto nos últimos anos freqüentando Lojas Simbólicas que adotam o Ritual de Emulação Inglês e cujas reuniões são mensais ou no máximo quinzenais.

Dessa ponderação surgiram algumas reflexões, das quais algumas apresento em um pequeno trabalho, onde procuro comentar e sintetizar as minhas impressões a respeito deste relevante tema.

O aspecto inicial e mais fundamental a considerar é o seguinte:

As Lojas anglo-americanas procuram focar a qualidade da transmissão dos ensinamentos e da doutrina maçônica através de um ritual muito bem desempenhado e não necessariamente na quantidade de reuniões ordinárias mensais.

Em decorrência desse padrão de comportamento, quando uma Loja se reúne apenas uma vez ao mês, a sua agenda básica deverá concentrar-se primariamente na perfeita realização dos rituais de iniciação, passagem e elevação dos seus membros e nos treinamentos exigidos para que tais cerimônias transcorram com a maior perfeição, dramaticidade e efetividade possível. Tal premissa exige especial dedicação dos seus membros nas atividades preparatórias, sejam elas individuais ou em pequenos grupos, a serem desenvolvidas no tempo restante ao longo de cada mês.

Esta é uma meta, coletiva e individual, muito importante, pois quanto mais se entende a importância da dedicação pessoal de cada um dos membros da Loja, mais tal entendimento viabiliza e fortalece o desempenho coletivo da Loja na apresentação do ritual e maior será o estímulo para os novos membros, que serão bem instruídos e treinados ao longo dos primeiros anos e, que, conseqüentemente, em sua maioria, se transformarão em mestres dedicados e interessados para o resto das suas vidas!

Ao meu ver, esta disciplinada metodologia é a chave para uma Loja realmente vir a crescer continuamente mantendo o interesse e a coesão dos seus membros por anos a fio.

Para leitura do texto completo dessa matéria, por favor clique nesse link. Caso ainda não esteja cadastrado no SALMO133, convido-o a faze-lo, bastando para tanto CLICAR AQUI.

Ficarei muito grato a todos que desejarem debater este assunto em maior profundidade. Por favor, enviem-me seus comentários, sugestões, opiniões, críticas, etc.

Cordial abraço,

Kleber Siqueira










Kleber Siqueira
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Professor Maurício Ferreira fala sobre a Maçonaria




- Por que a Maçonaria é uma ORDEM?
- Como uma pessoa se torna Maçom?
- Por que a Maçonaria não é uma RELIGIÃO?
- Por que O SIGILO na Maçonaria?
- Há um Ente acima das Lojas.
- Qual o papel das MULHERES na Maçonaria?
- A Maçonaria diante da questão da Segurança Pública.
- O que mantém vivas as Tradições Maçônicas?
- O Simbolismo como recurso pedagógico.
- Os ritos e os rituais como recurso disciplinar.
- As especulações oriundas das antigas perseguições.
- A organização e a sobrevivência das Lojas Maçônicas e o comprometimento.
- O auxílio fraterno.


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Debate: Memorização dos rituais

Muitas vezes ouvi a frase "para que alguém se torne verdadeiramente maçom não basta entrar na maçonaria... É preciso que a maçonaria entre nele!"

Creio que essa é uma afirmação importante e de grande significado. Em decorrencia, ao menos duas questões podem ser imediatamente associadas:

"Como fazer a maçonaria realmente entrar no coração e na mente do novo maçom (neófito)?"

e

"Qual é a maçonaria que está sendo ensinada ao neófito?"


O assunto é vasto, tem muitas faces e nuances...


Para leitura do texto completo dessa matéria, por favor clique nesse link. Caso ainda não esteja cadastrado no SALMO133, convido-o a faze-lo, bastando para tanto CLICAR AQUI.

Agradeço os possíveis comentários, observações e pontos de vista que venham a ampliar o entendimento dessa importante questão.


Cordial abraço,

Kleber Siqueira










Kleber Siqueira
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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Jesus e a Moral Maçônica


Kleber e Francisco


Abaixo você poderá ver o vídeo da entrevista concedida pelo irmão Francisco Mello Siqueira, autor do livro "Jesus e a Moral Maçônica", em 17/09/2011.





TEXTO DA ENTREVISTA

PEDRA BRUTA - O Sr. é maçom há muito tempo?
Irmão FRANCISCO – Sim. Desde 18 de Maio de 1985. Portando, há 26 anos.

PEDRA BRUTA – Como foi que o Sr. entrou?
Irmão FRANCISCO – Fui convidado pelo meu filho Kleber, o qual fez a minha Iniciação, pois ele era o Venerável da Loja Solidariedade nº 286, da GLESP, do oriente de São Bernardo do Campo SP, da qual mais tarde também fui venerável, na gestão de 1989/1990.

PEDRA BRUTA – O Sr. ficou contente?
Irmão FRANCISCO – Sim. Apesar de minha formação de exatas, sempre fui atraído por desvendar ou melhor conhecer bem as coisas. A Maçonaria foi para mim nova e instigante janela filosófica. No inicio foi difícil, pois o treinamento maçônico é feito gradualmente, através de 33 graus, os quis no meu tempo levava cerca de 11 anos.

PEDRA BRUTA – Até onde o Sr. chegou?
Irmão FRANCISCO – Fui iniciado já idoso, com 65 anos. Custei a me organizar. Consegui fazer todos os graus, desde o Grau nº 1 ao de nº 33. Mas eu não estava preocupado com isso. O meu intento era conseguir respostas para as minhas cogitações.

PEDRA BRUTA – Como assim?
Irmão FRANCISCO – Estabeleci um programa que incluía, pela ordem, o estudo das religiões herméticas e iniciáticas, nas quais ouvia dizer que foi onde a Maçonaria foi buscar subsídios; o estabelecimento de seus fundamentos; o estudo das 11 religiões atualmente praticadas no mondo; o que tais religiões pensavam sobre muitos pontos como a reencarnação, a crença num ser superior, a perpetuidade da alma, apenas para citar os mais polêmicos.

PEDRA BRUTA – Vejo que se trata de muitos assuntos de pura pesquisa.
Irmão FRANCISCO – Em seguida deparamos com um tema muito difícil de ser apurado, já que não existem livros específicos para consultas.

PEDRA BRUTA – Do que se trata?
Irmão FRANCISCO – Os trabalhos maçônicos em Loja, em qualquer dos 33 graus, são iniciados com a leitura de um trecho especifico da Bíblia para cada grau, uma vez que ela é considerada o Livro da Lei. Aqui surgiu um trabalho exaustivo, qual seja saber porque os tais textos foram definidos.

PEDRA BRUTA – Imagino a dificuldade!
Irmão FRANCISCO - Trata-se da grande sabedoria da Maçonaria. O texto define o comportamento, a moral recomendada para o maçom que está cursando o dito grau. Acontece que isso não é explicito.

PEDRA BRUTA – E como se fica sabendo?
Irmão FRANCISCO – Em hermenêutica a recomendação é a análise do conjunto, do contexto, porque a analise de uma citação de parte desse texto pode não conter a idéia recomendada.

PEDRA BRUTA – Já percebi a importância das entrelinhas do assunto.
Irmão FRANCISCO – Do exame do contexto de cada grau particularmente, pudemos chegar à moral de cada recomendada.

PEDRA BRUTA – Depois desse trabalho todo o assunto da moral foi concluído.
Irmão FRANCISCO – Ainda não. Aconteceu que fomos verificar o que Jesus Cristo em cada um desses contextos recomendava. Deu outro grande trabalho. Mas felizmente tivemos a grata satisfação de apurar que é a mesma coisa que a Maçonaria recomenda. Ambos estão sincronizados.

PEDRA BRUTA – Que beleza! Parabéns pelo trabalho.
Irmão FRANCISCO – Isso, a Moral, se transformou na espinha dorsal do meu livro.

PEDRA BRUTA – Irmão Francisco, por favor cite algumas dessas recomendações.
Irmão FRANCISCO – Além daquelas de cunho pessoal, como no Grau 1 = O Amor Fraternal, no Grau 20 = A Propagação da Verdade, no do Grau 21 = A Prática da Humildade, há os de ordem institucional tais como no Grau 23 = A Defesa do Habeas Corpus, no Grau 27 = A defesa da Ordem Constituída.

PEDRA BRUTA – É a sabedoria Maçônica da qual o Sr. se refere.
Irmão FRANCISCO – Sim. A Reunião da Moral de todos os graus resulta no que podemos chamar de Código de Ética Maçônico.

PEDRA BRUTA – Agradeço-lhe a atenção. Agora posso dizer que sei mais o que é Maçonaria.
Irmão FRANCISCO – Cabe aqui um esclarecimento. Na Maçonaria há muitos e variados ritos. O REAA = Rito Escocês Antigo E Aceito é o mais difundido e o meu livro se restringe a esse rito. Todas as citações são referidas aos manuais da GLESP e do Supremo Conselho Do Rito Escocês Antigo E Aceito Para A República Federativa Do Brasil.

PEDRA BRUTA – Estou maravilhado com o que o Sr. está expondo.
Irmão FRANCISCO – Resolvi incluir no final do livro alguns trabalhos meus, de assuntos freqüentemente discutidos em Loja, tais como o do Apêndice 1 = Jesus E Os Essênios, do Apêndice 9 = Cabala, os quais constituem assuntos sempre atuais.

PEDRA BRUTA – Muito bem. Qual é o leitor Alvo? A quem o Sr. pretende dar a conhecer o seu livro?
Irmão FRANCISCO – O meu maior alvo é o maçom. Como pude mostrar, Jesus Cristo tem uma importância capital na Maçonaria. Entretanto nunca, ou melhor, raramente se ouve o seu nome nas nossas reuniões. A minha intenção é resgatar o nome de Jesus Cristo, pois a Sublime Ordem, a Maçonaria é uma instituição com um fundo tipicamente cristão. Tenho recebido informações que os irmãos usam o meu livro para os trabalhos de aumento de salário, mudança de grau. Fico contente ao saber que o meu livro está sendo usado como um livro de consulta, Um vademeco no linguajar tupiniquim, ou um “handbook”.

PEDRA BRUTA – Afinal, irmão Francisco, qualquer pessoa que não seja maçom poderia ler esse livro?
Irmão FRANCISCO – Sim. Tomei o cuidado para não expor o que a nossa Ordem define como sigilo. O livro pode e deve ser lido sem restrições. Também para você que ainda não é maçom dedico essa obra, para mais tarde, quando você for convidado para dar a sua contribuição à Maçonaria, você já esteja preparado.

Muito grato pelo seu interesse. Caso queira adquirir a obra "Jesus e a Moral Maçônica, CLIQUE NESSE LINK e visite o site SALMO133.

Cordial abraço,

Kleber Siqueira










Kleber Siqueira
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

DOS PODERES DA CADEIA DE UNIÃO


Dentre das atividades formais desenvolvidas dentro das sessões nas Lojas maçônicas, uma das mais belas e transcendentais, ocorre, justamente quando da realização da chamada “Cadeia de União”.

Vale a pena, refletir sobre sua essência, não obstante, existir muita gente bem preparada para discorrer sobre o assunto.

Trata-se na realidade do único momento em que todos na oficina, acham-se, literalmente juntos.

Mais do que isso, estão entrelaçados e unidos por mãos e pés.

Ao mesmo tempo em que com seus pés, podem descarregar suas energias ao firmamento, nada está sobre os referidos, a não ser a abóbada celeste.

Também não estão na iminência de caírem, pois unidos uns aos outros, formam uma simetria segura e indelével.

Sabemos todos que a referida atividade, nas Lojas, normalmente é utilizada para a passagem da pal.´. sem.´. e de quando em vez, para que sejam efetuados pedidos de socorro à nossos entes queridos, quando em dificuldades de saúde ou mesmo de agradecimento pela obtenção de alguma graça alcançada.

Todavia sua aplicação, é normalmente rara nas oficinas, exceto para as ocasiões supra citadas, ou alguma outra, mui especialmente.

Por outro lado, a maioria já testemunhou que dela obtiveram ótimos fluidos e energia positiva, e não raro irmãos comentarem que puderem sentir as referidas vibrações sensitivas, quando longe da Loja, em algum momento difícil de suas vidas, ocasião em que tiveram seus nomes proclamados na Cadeia de União.

A grande maioria de nós entende e advoga mesmo a velha máxima de que a união faz a força e boa parte acredita em aspectos transcendentais de positivismo, espiritualismo, sinergia e atividades afins que afinal, são inerentes aos seres humanos.

Outro aspecto talvez pouco comentado seja o do momento em que a referida cadeia é adotada nas oficinas, isto é, ao final de seus trabalhos. Trata-se, claramente, de uma interessante e sábia orientação, pois, quando iniciamos as sessões, trazemos em nossas mentes e corações, as aflições e dificuldades do dia-a-dia. Todavia, ao seu termino, deveremos estar ao menos, teoricamente, no melhor de nós mesmos, em virtude da colheita dos bons ensinamentos, cumprimento da ritualística, o próprio tempo lá passado etc. Assim as chances de ofertarmos melhor positivismo e alcance de nossos anseios durante a referida cadeia, serão, inexoravelmente, tanto melhores.

Se tais assertivas são em geral, aceitas como razoáveis em nossas hostes, o questionamento que seria apreciável desenvolver neste espaço, consiste em argüir, justamente, por que são tão raramente utilizadas?

Não poderiam ocorrer com maior freqüência, e diria mesmo, sempre, até quando a sessão não redundou das mais dignificantes?

Não seria o caso de neste particular desarmar o espírito daqueles, eventualmente mais exaltados?

Será que não temos sempre, algo a pedir de bom ao próximo, mesmo que distante, mesmo que aparentemente tudo esteja bem?

Se pregamos durante nossos trabalhos que ali estamos à bem da pátria e da humanidade, não seria pertinente, despendermos alguns minutos a mais de nossas vidas, a lhes invocar bons fluidos? A transmitir-lhes nossa tão aclamada boa egrégora?

Mesmo aos que se encontram no Or.´. Eter.´., não seria um bom momento para lhes homenagear?

A alegação de que sua utilização constante, resultaria em “perda de qualidade”, não tem qualquer sentido, pois tal máxima tenderia a em se desacreditar na capacidade de todos nós.

Certa ocasião um Irmão, narrou que numa visita que fizera em certa Oficina, quando da realização da Cadeia de União, a palavra passava para cada um dos participantes, ocasião em que poderia fazer seu pedido, agradecimento, ou mensagem. Caso nada precisasse pedir ou invocar, apertava a mão do próximo, para com este gesto, passar-lhe a vez e assim por diante até que o ciclo fosse concluído.

Tal cadeia, acredito, seria mesmo imprescindível quando visitássemos uma outra Oficina. Seria a melhor oportunidade de nos congraçarmos com os Oficiais da Loja, receber e dar bons fluidos, muito mais edificantes, do que os ágapes fraternais compartilhados, que também são importantes, mas menos nobres e belos do que a Cadeia de União.

Então se os queridos leitores, assim me permitir tal sugestão, passem a adotar a referida atividade, como prática de Loja, ao menos com maior freqüência, pois estaríamos dando ensejo, a tão propalada espiritualidade, que dizemos aos quatro cantos, existir em nossa sublime instituição.

Cordial e fraternalmente,

Ariel Mariano
Ariel Mariano
Co-fundador Loja Libertas Salto, 637, membro da Academia Paulistana Maçônica de Letras.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2011: Resoluções de Ano Novo


Que tipo de resolução de Ano Novo deve um Cristão fazer?

A prática de fazer decisões de Ano Novo parece ter origem na antiga Babilonia (há mais de 3.000 anos). Existe algo a respeito do início de um Ano Novo que nos oferece a sensação de um novo início e um novo começo. Na realidade, entretanto, não existe diferença entre os dias 31 de Dezembro e 1º de Janeiro. Nada de místico ocorre à meia noite de 31 de Dezembro.

Algumas resoluções comuns de Ano Novo são: parar de fumar, parar de beber, gerenciar melhor o dinheiro, e despender mais tempo com a família. De longe, a resolução mais comum de Ano Novo é perder peso, em conjunto com fazer mais exercício e comer de modo mais saudável. Todas essas são boas resoluções, sem dúvida.

Todavia, as Sagradas Escrituras nos instrue, em 1º Timoteo 4:8, a manter o exercício em perspectiva: “O exercício físico tem algum valor, mas o desenvolvimento da vida espiritual é útil em toda a maneira, nesta vida e também na futura”.

A vasta maioria das resoluções de Ano Novo, até mesmo entre Cristãos, são em relação com coisas físicas. Isso não deve ser.

Muitos Cristãos fazem resoluções de Ano Novo tais como: orar mais, ler a Bíblia todos os dias, e ir à Igreja regularmente. Essas são metas fantásticas. Entretanto, essas resoluções de Ano Novo falham tão frequentemente quanto as resoluções não espirituais, porque não há poder em uma resolução de Ano Novo.

Resolver parar ou iniciar uma certa atividade não tem valor, a menos que voce tenha a motivação apropriada para parar ou iniciar aquela atividade. Por exemplo, por que voce quer ler a Bíblia todos os dias? É para honrar a Deus e crescer espiritualmente, ou é somente porque voce ouviu que isso é uma coisa boa de se fazer? Por que voce quer perder peso? É para honrar a Deus com o seu corpo, ou é por vaidade, para honrar a voce mesmo?

Filipenses 4:13 nos diz, “Posso suportar todas as coisas com a ajuda de Cristo, que é a fonte da minha força”. João 15:5 declara, “Sim, eu sou a videira, e vocês são os ramos. Aquele que viver em mim e eu nele produzirá muito fruto. Pois sem mim nada podem fazer”.

Se Deus é o centro da sua resolução de Ano Novo, ela tem chance de sucesso, dependendo do seu compromisso para com ela. Se é da vontade de Deus para que alguma coisa seja cumprida, Êle irá capacitá-lo a cumpri-la. Se a resolução não está honrando a Deus e/ou não está em acordo com a Palavra de Deus, não receberemos a ajuda de Deus para cumprir a resolução.

Então, que tipo de resolução deve um Cristão fazer?

Aqui vão algumas sugestões:

1- Ore ao Senhor por sabedoria (Tiago 1:5) em consideração para qual resolução, se houver alguma, Êle teria para você tomar

2- Ore por sabedoria para saber como realizar as metas que Deus lhe deu

3- Dependa da força do Senhor para te ajudar

4- Encontre um parceiro confiável que irá ajudá-lo e encorajá-lo

5- Não se torne desencorajado por falhas ocasionais, ao contrário permita que elas o motivem a ir adiante

6- Não se torne orgulhoso ou vaidoso, mas dê a Deus a glória.
Salmo 37:5-6, “Entrega ao Senhor tudo o que fizeres. Confia nele e ele te ajudará em tudo. Tornará evidente a tua inocência perante toda a gente, tal como a luz do dia que todos vêem. A tua justiça brilhará como o Sol em pleno dia”.


Cordial abraço,


Kleber Siqueira